segunda-feira, 7 de outubro de 2013


Esta semana completamos 33 semanas de mano. Nem sempre é fácil unir duas emoções tão distintas mas há sempre quem tente recolher um pouco da nossa dor, como os amigos. No meu caso só me uni mais a quem já pertencia ao meu mundo e há coisas que uma mãe nunca esquece. É importante, embora sem maldade muitas vezes não termos espírito para tal, mantermos os amigos e a família por perto. GRande parte do tempo queremos a solidão mas mais tarde aprendemos que são o nosso verdadeiro pilar. POr isso, fizémos um chá de bebé esta semana e, embora na comemoração nos sintamos sempre um pouco perdidos, também temos que viver o que há de bom e o que houve e nunca se esquece. O chá do mano mas nem os amigos esqueceram o José. Sinto-me bem por terem esse cuidado. Quem perde erra ao tentar toldar a vivência das memórias porque, embora doa, também nos acalenta. Uma das ofertas que mais me emocionou foi uma caixinha forrada, com um passarinho (o mano) e uma estrela (o José). Dentro, uns cartões para a família e amigos registarem desejos para o futuro, lidos pelo mano quando já for grande... a grande simbologia é o desejo de longevidade na vida di mano e isso tem um valor imenso... nenhuma prenda é tão importante quanto estes desejos bons e puros...

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